sábado, 9 de janeiro de 2010

GAME OVER

No final, de acordo com Lennon & McCartney, o amor que você recebe é igual ao amor que você dá. Mas eu nunca consegui concordar ou discordar dessa frase. Na verdade, no final, a gente sempre acha que amou demais, que se doou demais. E mesmo assim não deu certo. Foi tudo em vão. [Letra de Pagode Mode On].

O fim é, para Jim Morrison, seu belo e único amigo. Embora não haja nada de bonito quando se é encontrado morto dentro de uma banheira, aos 27 anos de idade. Mas é verdade que o fim é sempre algo solitário, e é impossível viver feliz sozinho, né, Jim?

Fiquei sozinha por aqui. E como eu era a menos Lulu das Luluzetes, não teria sentido dar continuidade a este projeto.

Desculpem-nos por termos antecipado a saideira. Não houve tempo para ficarmos bêbadas, mas a gente até que se divertiu um bocado.

Continuo no Eu, Pop (não sei por quanto tempo) e no meu novo espaço, cujo sugestivo nome é "Ninguém Lê meu Blog".

Obrigada a todos (as) que frequentaram o Buteco das Luluzetes.

E não se preocupem! Foi tudo por conta da casa.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Despedida

Venho dizer que por N motivos, cansei desse blog....Não postarei mais.
Rafa, o comando é seu!!
Foi bom enquanto durou!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Cobertura Online do meu Reveillon

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Natal Crônico ou Então É Natal - ANO 2

Há 364 dias publiquei um post tão depressivo quanto um verdadeiro Natal deveria ser. Ninguém comentou o post, mas recebi e-mails e até telefonemas de leitores amigos que leram e tiveram pena de mim. E saber que alguém sente pena de você é algo bem humilhante.

Então prometi a mim mesma que, no próximo ano, publicaria um post super bonito. Talvez eu até publicaria um cartão. Talvez eu até aprenderia a fazer o cartão e o publicaria! Talvez as pessoas ainda deixassem comentários do tipo "Que bom que você está feliz, Rafaela. Feliz Natal para você também. E a propósito, que cartão lindo. Foi você quem fez?".

Mas não. Não foi possível. Continuo não sabendo fazer uma arte sequer no computador. E continuo não tendo o que comemorar nas datas de final de ano. E não tenho nada para compartilhar com vocês, a não ser posts tristes (ou engraçados, caso você seja um leitor sádico).
Meu 2009 não foi pior do que meu 2008. Muitas coisas boas aconteceram: graças à Juliana, consegui um emprego super bacana. Fui ao show de uma das minhas bandas preferidas... Bom, na verdade só aconteceram duas coisas boas na minha vida em 2009.
Ok. Loser!

Já posso recomeçar as lamentações?


Nunca tive um Natal inesquecível. As lembranças que tenho dos meus natais são muito vagas. Quando eu era criança, ia ceiar na casa da minha avó. A ceia era um pretexto para sair de casa e dar tempo pro Papai Noel deixar minha Barbie - nunca a casa dela - debaixo da nossa samambaia fantasiada de pinheiro. Isso até a minha professora do pré-primário me contar que Papai Noel não existia.

Nos anos seguintes, a ceia na casa da minha avó era um pretexto para comer. Isso até que um dia, a minha tia, recém-casada com um homem divorciado, convida a família dele para passar Natal na casa da minha avó. O marido da minha tia bancou toda a festa. Ou seja: todos os netos dele tinham docinhos à vontade.

A minha avó pegava um guardanapo e me dava cinco docinhos para eu comer escondido debaixo da escada, pois o "dono" da festa estava regulando os comes e bebes. Isso até meus pais ficarem revoltados ao verem meus olhinhos brilharem por uma empadinha e não poder comê-la.

Eles me levaram embora de volta para casa. Meu presente estava lá, debaixo da samambaia. Não era mais Barbie - quem me dava Barbie era Papai Noel. Agora era uma boneca do Paraguai que falava "mamãe" em coreano, ou seja lá qual era aquela língua.

Pouco tempo depois – não sei precisar quanto – o marido da minha tia morreu e o Natal voltou a ser "bancado" por minha avó e contava com a participação de alguns parentes. A samambaia da minha casa também já havia encontrado o reino dos céus. Agora tínhamos um pinheirinho de mentira, com 40 cm de altura. Do lado dele, um embrulho muito pequeno para ser a casa da Barbie. Abri o pacote e lá estava mais um presente que eu não pedi. Não reclamava, claro! Pois sabia que era a única coisa que meus pais puderam comprar.

E a vida continuava. Isso até a minha avó falecer. Não tínhamos mais outro lugar para comemorar o Natal. Passamos alguns natais com parentes que não faziam muita questão de nos ter como visitas. Isso até uns cinco anos atrás, quando meus pais e irmão desistiram de vez do Natal. Eu ainda persisti no erro.

Durante esse hiato natalino, eu montava a árvore sozinha. Cozinhava alguma coisa diferente, só para dizer que comemos algo típico no Natal. Vestia roupa nova e carregava as pilhas câmera para fotografar a “noite feliz”. Só que a ceia em casa terminava às 21h, quando todo mundo aqui de casa já estava com pijama e chinelos.

Isso até ano passado. Quando tentei dar um basta nesse tipo de Natal solitário. O plano era comemorar o Natal como nunca havia comemorado antes. E não é que deu certo? Hoje, quem está de pijama e chinelos às 21h sou eu. Não tem nada de diferente no cardápio. Para comer, macarrão de ontem. Ah, não tem árvore de Natal este ano aqui em casa.

Não foi bem assim que eu planejei. Mas fazer o quê?

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Quando futebol é coisa de menina

Não vi Pelé, mas estou vendo Marta. A moça recebeu hoje, das mãos do todo-poderoso presidente da Fifa, Joseph Blatter, o troféu de melhor jogadora de futebol do mundo. Seu quarto troféu de melhor do mundo. Ronaldo Fenômeno e Zidane eram os recordistas, com três prêmios cada um. Agora o recorde é só de Marta.


Quantos troféus mais Marta e outras futuras Martas deverão receber até que haja, no Brasil, incentivo maior ao futebol feminino?

domingo, 15 de novembro de 2009

O dia em que eu morri (ou Minha missa de sétimo dia)



Morri. Domingo passado. Durante (ou antes do, ou depois do, não sei!) o show do Faith No More. Causa mortis: realizar o sonho de ver a minha banda favorita ao vivo. A sensação de morrer por isso? Inexplicavelmente boa. A depressão pós-show, no entanto, dói. Muito!

Não vou postar aqui uma resenha do show. Não que eu não queira. Por mim, falaria desse show pelo resto da minha vida. Mas, primeiramente, o propósito deste blog não é esse. Em segundo, já postei um review gigante no Eu, Pop. Quem tiver paciência, por favor, leia.

Também não vou dizer que eu esperei aquele momento desde os meus 13 anos. Comecei a gostar de Faith No More em 1998, justamente na época em que a banda terminou. A volta do FNM era algo inconcebível, tão absurdo que os fãs nem se davam o trabalho de sonhar.

Eis que, numa noite fria de inverno, para ser mais exata, 17 de julho de 2009, dou de cara com um post do Andreas Kisser, no site do Yahoo! falando sobre a volta do Faith No More. Bloguei no Eu, Pop, claro. e ainda cantei uma bola, pedindo para eles passarem por aqui. Quinze dias depois, a turnê sulamericana seria confirmada. Brasil na rota. Belo Horizonte, inclusive.

Abri mão de pagar dívidas para garantir meu ingresso ainda no primeiro lote. Comprei assim que as vendas começaram. E, desde então, dediquei meu tempo entre tomar cuidado para não morrer e torcer para que o show não fosse cancelado.

Com o show, não tive apenas a oportunidade de ouvir uma boa música, mas uma boa música que fez parte da minha adolescência sem graça. Revisitei aquela menina de 13 anos, que se refugiava da solidão no conforto das pilhas de cd’s de finadas bandas que, para ela, eram “novas”. Que voltava do colégio feliz por ter aprendido (mesmo que cagado) o verbo to be: “agora posso traduzir as músicas que eu canto. Agora posso até acompanhar e letra pelo encarte”, pensava a menina, que tinha a música como única amiga.

A cada grito, a cada palavra cantada, a cada riff marcado, a cara mosh, a cada blusa de banda, a cada coro, eu via a menina. Ela não apenas continua sendo fã de Faith No More, como também continua bem aqui, dentro de mim. Na verdade, ela nunca deixou de existir. E felizmente (ou não) me acompanhará pelo resto da minha vida. Apesar de ter morrido naquele dia, aquela vivacidade brutal da menina de 13 anos me contagiou um bocado. Dei-me conta de que continuo sendo aquela menina sem graça e solitária de 11 anos atrás. Mas, por pelo menos 1h30, nem me lembrei de que sou assim.

Para a menina, mais música, por favor!

sábado, 31 de outubro de 2009

31 de outubro...

Halloween? Não! Dia do Saci. Pelo menos é o que propõe os projetos de Lei nº 2.762 (de autoria do Deputado Aldo Rabelo) e nº 2.479 (de autoria da deputada Angela Guadgnin), ambos de 2003. O objetivo? Valorizar o folclore brasileiro diante da "importação" de festas norte-americanas para o Brasil.


Lute, 31 de outubro de 2008. Publicada no Jornal Hoje em Dia

Os projetos encontram-se apensados e ainda aguardam aprovação do Congresso Federal.

De acordo com o relator do projeto de Lei nº 2.479/2003, deputado Chico Alencar "instituir o 'Dia do Saci' representa oferecer à sociedade um instrumento de valorização da cultura popular como elemento fundamental na constituição da identidade brasileira. Por meio da previsão anual da comemoração da data, na forma de eventos culturais e atividades festivas, as iniciativas propõem o resgate e a valorização de nossas tradições e manifestações folclóricas originais".

O documento pode ser lido na íntegra aqui.

Enquanto a Lei Federal não é aprovada, vários prefeitos brasileiros já sancionaram leis municipais decretando o "Dia do Saci".

Afinal, gostosuras, eu não sei, mas travessuras, isso sim é com o Saci!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Para e sobre Michele Vedras, da Uniban.

Tem uma comunidade do Orkut que diz que o ruim de ser irônico é que quando ninguém entende a ironia, o idiota é você. Foi exatamente isso que aconteceu no post que fiz sobre a garota da Uniban, que foi chamada de puta pelos estudantes hipócritas que se sentiram, sei lá, moralmente ofendidos pelo vestidinho curto que a menina usava.

Saí em defesa da garota e em repúdio aos universitários/vândalos que gritavam “puta”, ameaçavam estupra-la, filmavam e tiravam fotos da confusão e, ainda, disponibilizaram esse material com o nome de “Puta da Uniban”. Mas por uma falta do uso de aspas na palavra “piriguete”, algumas pessoas foram incapazes de entender um post que até um aluno mediano da 3ª série do Ensino Fundamental saberia interpretar de uma maneira correta.

Mas antes de me adentrar ao assunto principal deste post-editorial, gostaria de ressaltar um comentário pertinente do “Lancaster”, eximindo a total culpa dos homens no caso Uniban, uma vez que as meninas também gritavam e foram elas que postaram o vídeo no Youtube. Verdade!

Hoje, a Folha de S. Paulo publicou uma matéria de meia página (no caderno Cotidiano) sobre o caso. O texto, cujo lúcido título era “Taleban na Faculdade”, continha uma entrevista da Michele Vedras, nome fictício que o jornal atribuiu à garota da Uniban. Segundo a reportagem, a confusão começou quando algumas meninas tentavam fazer com que a garota do vestido provocador vestisse uma calça que defendesse a “sua dignidade”. Portanto, o “Lancaster” estava cetíssimo ao me corrigir. Peço desculpas por ter “masculinizado” a culpa. Foram as meninas quem começaram.

Dito isso, vou ao que interessa: defender a dignidade deste blog, agora, sem aspas.

Primeiramente, as redatoras e leitoras do Buteco das Luluzetes não são patricinhas fúteis, tampouco militantes do movimento feminista. Somos mulheres que trabalham 8 horas por dia, que são mães, que são esposas, que são estudantes... Aqui não é um espaço para politicagem, nem promoção de guerra dos sexos. Quanto ao uso “inadequado” da palavra “piriguete”, digo que inadequadas foram as suas interpretações. Um pseudolinguista metido a Mikhail Bakhtin, Karl Richard Lepsius ou Ferdinand de Saussure, sei lá, chegou a sugerir que eu me buscasse a etimologia da palavra “piriguete”.

Como uma pessoa pode ser tão entendida em Linguística, sendo, ao mesmo tempo, incapaz de interpretar um texto de internet? Não compreendo.

Essa mesma pessoa, com a delicadeza e educação de um típico bronco do século 19, nos mandou lavar e passar roupas. Ou nas palavras desse sujeito “Lave uma louça, procure uma roupa pra passar, coisas de mulher... Porque pra críticas, você não serve pra porra nenhuma”.

Mas, né? Opinião é que nem cu. Eu tenho uma, você tem outra e esse bronco do século 19 tem a dele. Questionaremos, mas com a delicadeza e educação do século 21.

Um anônimo covarde perguntou se “Luluzetes” são melhores do que “Piriguetes”. Mais uma vez, volto a dizer que não critiquei as chamadas “piriguetes”, muito pelo contrário, as defendi. Luluzetes são mulheres, sejam elas piriguetes ou hipócritas. Ok?

Uma menina chamada “Andréia Freire” disse que somos tão preconceituosas quanto o povo da Uniban. Outra que não entendeu que, na verdade, defendemos a Michele.

Explicações à parte, parece que as pessoas que andaram visitando o nosso blog recentemente são da mesma “não-civilização” daqueles que ofenderam a Michele. A gente ri, mas no fundo fica chateada com tamanha ignorância.

Portanto, desejo, do fundo do coração que muitas Micheles, felizes com seu corpo, em dia com a sua sensualidade, sem medo de se sentirem gostosas “continuem” causando por aí: mandando os hipócritas, invejosos e ignorantes pastarem.

Michele Vedras, seja lá qual for o seu nome verdadeiro, seja feliz e não ligue para a pequenice das pessoas. Arrasa daí, moça, nobre luluzete. Enquanto isso, continuaremos blogando daqui.

Beijo.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

(Filhas da) Puta do Uniban

O assunto que mais repercutiu hoje no Twitter foi o caso da menina da Uniban. Para quem não sabe da história, foi o seguinte: no útimo dia 22 de outubro, uma estudante de Turismo da Uniban, em São Paulo, foi para a aula vestida de "piriguete". Tá! Não sou moralista, mas concordo que mini-saia mostrando o útero não seria a roupa mais adequada para se ir à escola.

O mais vergonhoso de tudo foi que, ao avistarem a menina vestida com tais trajes, os marmanjos da faculdade, aos bandos e gritando "Puta, puta!" ameaçavam estuprá-la. A garota teve que se trancar dentro de uma sala e só conseguiu sair da faculdade sob escolta policial.

O desenrolar da história ainda é um mistério. Mas depois de tanta discussão no Twitter, acredito que jornais e programas sensacionalistas ainda irão atrás desse caso.

Enquanto isso, no Orkut, os alunos da Uniban riem da situação e criticam a menina. No melhor estilo "joga-pedra-na-Geni". Enquanto isso, se vestir de maneira vulgar justifica a tentativa de agressão.

Estamos, por acaso, nos países conservadores do Oriente Médio? Estamos, por acaso, no século XIX? Não! Não estamos! Estamos em 2009. E esse fato aconteceu no estado "mais evoluído" do Brasil, São Paulo.

Se a garota é ou não puta, isso não importa. O que me enoja, de verdade, são esses protótipos de homens, oriundos da classe média, que tratam a mulher como lixo. Que trata todo mundo como lixo. Tentam estuprar piriguete, espancam travestis e botam fogo em índio. E eis que a humanidade involui. Filhas da puta!

Eu quero! Eu quero!

Parem as máquinas! É hora de falar de Barbie!

Vi no Twitter da @Ju_Angel e fiquei louca! As cantoras Cyndi Lauper, Joan Jett e Debbie Harry vão virar Barbies!

Trata-se da linha de bonecas chamada "Ladies of the 80s" (Moças dos anos 80), que a Mattel pretende lançar em dezembro deste ano, nos EUA. De acordo com o G1, as bonecas custarão US$50. Ainda não tem previsão de quanto essas coisas lindas chegam ao Brasil.

Sou fã de Barbie, amei essa linha e espero que outras personalidades pop virem bonequinhas também. Gostaria de dar minhas impressões sobre os brinquedos.
AMO Debbie Harry,a ex-vocalista do Blondie. Acho ela uma finesse de mulher. Se eu pudesse fazer um transplante de face, eu me transformaria em Debbie! E a bonequinha dela é tão linda, musa e poderosa quanto a sua "versão" em carne e osso. É a minha preferida!






Taí uma coisa engraçada. Joan Jett, lésbica (deu um cato fudido na Carmem Elektra), um ícone do movimento feminista e ídola das adeptas do Riot Grrrl virar Barbie, um símbolo da mulher-objeto, peituda, plástica e fútil? É estranho? É! Mas a bonequinha dela ficou linda. Será que vem com a guitarrinha ou será comprada separadamente?



Deveria ser a melhor boneca de todas, mas esse visual clássico/moderado não combinou. Mattel, né? Cyndi merece algo mais escalafabético. Mais glam! Mais tosco! Mais brega! Mais, sei lá... Cyndi Lauper. Não gostei muito.


E vocês? Gostaram de qual? Qual artista merecia virar boneca também?

domingo, 25 de outubro de 2009

23 disparos

Nem um a mais, nenhum a menos. Vinte e três doloridos, mas suportáveis e necessários disparos a laser nos non gratos pelinhos do buço. Foi a minha segunda das 5 sessões previstas para eu eliminar para todo o sempre meu bigodinho. Todo sempre não! Por que eles voltam! Mas daqui a uns anos, em número mínimo e fininhos.

Não sou vaidosa por falta de dinheiro e conhecimentos técnicos sobre roupas, cabelo e maquiagem, por exemplo. Mas fazer depilação a laser foi questão de vida ou morte, pois sofro com hirsutismo, devido ao meu problema de ovário policistíco. Faço acompanhamento com um endocrinologista que me obrigou a fazer o raio de laser e tomar uns remédios.

O laser é uma forma de amenizar esses efeitos e estou gostando do resultado. E recomendo! Os preços variam muito, então, o primeiro passo é fazer uma boa pesquisa. Confiem este tratamento a um dermatologista, pois cada tipo de pele precisa de um tipo de laser diferente e ninguém melhor que um médico para saber disso.

Eu pago por sessão, mas tem clínicas de estética que cobram por disparo e, dependendo, sai até mais barato. Já vi sessões de R$50,00 e até de R$380,00. Pago relativamente barato. R$100. Atualmente tô indo e voltando a pé do trabalho para juntar essa grana porque tá osso. Mas deixa eu acabar de pagar as minhas dívidas. Aí vou chegar completamente pelada para a dermatologista e dizer: "só deixa o cabelo da cabeça e as sobrancelhas, por favor!"

O procedimento não é indolor como eu pensava. Você sente umas picadinhas, como se te espetassem com uma agulha. Mas é só passar uma pomada anestésica 10 minutos antes que dá para aguentar fácil. Dói mil vezes menos do que pinça e três mil vezes menos do que cera. Logo, vale a pena!

Terra mãe água

Acho Carlinhos Brown é um cara muito chato. Mas me deparei com este clipe na MTV hoje pela manhã. Não é algo tão recente, mas só hoje que eu vi.

Boa música. Ótimo clipe. Excelente reflexão.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Lingerie na Medida Certa

Lulus de todo o Brasil, vocês sabem o que é o ALINHAMENTO CORPORAL?



Alinhamento Corporal é uma técnica exclusiva, inovadorano mercado de Lingerie!

Esta técnica foi criada e patenteada por Janaina Crescente e consiste numa análise das medidas do corpo da mulher, para dessa forma auxiliar na escolha do sutiã adaptado a cada biotipo.


A maioria das mulheres enfrenta dificuldades na hora de escolher a lingerie adequada. Por isso a necessidade desse trabalho. Foi pensando em atender a todas as mulheres brasileiras que se criou esse projeto que tem por finalidade não só vender lingeries mas proporcionar felicidade e auto-estima.



O tamanho dos seios da mulher normalmente é diferente do tamanho da sua circunferência torácica.
segundo Janaíana, "nós mulheres não somos produção em série, somos únicas". É a união de saúde e beleza com conforto e sensualidade.


Na maioria das vezes as mulheres usam sutiãs com numerações menores pois acham que o mesmo vai salientar seu busto e no entanto acabam deixando seus seios desprotegidos e sem o suporte necessário.


Vestir um sutiã corretamente é uma questão de saúde.



Janaína Crescente no seu método de alinhamento corporal criou sua própria fita métrica, onde os seios da mulheres são "catálogados" por nomes de flor e não por número, pois algumas se sentem intimidadas ao chegar numa loja e pedir um modelo nº50. ´



Este é o método ideal para quem não se encaixa no padrão P-M-G-GG.

Tudo pelo bem estar da mulher!


Ah! E não é só para calcinhas e sutias! Elatambém tem lindos biquinis!


Conheça mais sobre a técnica que achei interessantíssima no site: http://www.janainacrescente.com.br/

sábado, 17 de outubro de 2009

Cadê as autoridades? Tô chocada!

Sou do tempo em que meninas e meninos não se misturam na escola e em festinhas. Não porque os adultos não deixavam, mas pelo simples fato de que, nas nossas cabeças de criança, menina não brincava com menino e vice-e-versa.


Era uma bobagem, claro!

Hoje, as crianças não pensam mais assim. Inclusive, porque hoje as crianças já não brincam como antigamente. Se me permitem uma psicologia de buteco, posso afirmar que as crianças, a partir de um momento, não se veem mais como tais. Não existe mais clubes do Bolinha e da Luluzinha. Nem um "meninos,blé!" e "meninas, blé!", que nem no filme "Os batutinhas". Hoje é "meninos, oba!" e "meninas, oba". Hoje, as crianças fazem isto. E os adultos acham graça, filmam e colocam na internet.

(não tem como incorporar o vídeo aqui. Peço, por favor, para clicarem neste link do Blog do Djef e assistirem)

Fiquei sem palavras! Fico me perguntando se isso não é caso para Conselho Tutelar, Ministério Público e Juizados da Infância e da Juventude?

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

TOP CHIK!

A revista People divulgou a lista das 10 mulheres mais bem vestidas em 2009.


A britânica Kate Winslet (1) lidera a lista como a melhor roupa no tapete vermelho do Oscar.

A primeira-dama americana Michelle Obama(2) entrou na lista por ter "o melhor glamour de preço acessível

A People citou Reese Witherspoon (3) como tendo "os melhores vestidos curtinhos".

A atriz Vanessa Hudgens (4) -ídola dos adolescentes por atuar em "High School Musical"- pela melhor elegância hippie chick.

Freida Pinto (5) - "Quem Quer Ser Um Milionário")- foi eleita pela melhor utilização de cores.

A cantora country Taylor Swift (6) foi incluída na lista por ter "o melhor brilho."
Cameron Diaz (7) - melhores jeans.

Nichole Richie (8) - melhor roupa de grávida

Beyoncé (9)- melhor streetwear

Kim Kardashian (10) - melhores biquínis.


A revista também analisou alguns dos fracassos fashion de 2009. Paula Abdul, e Renee Zellweger foram citadas como tendo usado os piores vestidos no tapete vermelho. Pra eles, "um dos momentos mais memoráveis do ano" foi a aparição da cantora Jessica Simpson em janeiro usando "jeans de mamãe" de cintura alta, que não a favorecia. O caso desencadeou uma discussão acirrada em Hollywood sobre questões ligadas ao peso.

(Uai gente, mostrem pra eles esse post!).

E vamos fazer justiça!! Os homens também merecem participar dessa eleição!
Brad Pitt, o astro de "Crepúsculo" Robert Pattinson e Bradley Cooper, conhecido por "Se Beber, Não Case" e "Nip/Tuck", estão entre os homens mais bem vestidos do ano. A People disse que a atenção que eles dão a detalhes como um cachecol ou uma gravata fininha "leva seus looks para além do básico". (Humm! Que charme!!)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Patrick Swayze, do outro lado da vida!

Morreu hoje, pra tristeza das Luluzetes e de inúmeráveis outros fãs, Patrick Swayze, aos 57 anos.

Ator que imortalizou cenas memoráveis em filmes como Ghost, do outro lado da vida e Dirty Dance, lutava contra o câncer há 20 meses. Neste tempo, escrevia sua autobiografia.

Descanse em paz, Patrick!











UTILIDADE PÚBLICA


Pessoal,

Gostaria de deixar registrada aqui nossa indignação com uma empresa que se diz de "recrutamento" e "reinserção ao mercado de trabalho" , situada aqui em Belo Horizonte, no bairro Gutierrez. Eu já fui chamada lá para entrevistas, mas não caí no golpe deles. Mas o que me intriga é o enorme número de "vagas" que eu vejo anúnciadas em sites de busca por empregos, todas direcionadas a tal empresa.


Para saber e entender o motivo da indignação, vou postar abaixo um e-mail que recebi, onde uma pessoa que foi enganada por eles, conta todos os detalhes.


Empresas como estas devem ser denunciadas! Não exitem em copiar e repassar essa mensagem a todos, mesmo que você não esteja desempregado ou nem more em BH, isso pode acontecer com qualquer um, em qualquer momento e lugar!



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***Denúncia FANRH***

Enviado por: "Gabriel A".

Sex, 14 de Ago de 2009 1:45 am

Bom dia.

Gostaria de relatar um fato extremamente revoltante para nós que batalhamos por uma vaga no mercado de trabalho. Serei bastante detalhista, por isso peço a paciência de vocês para lerem até o fim.Na última terça-feira (11/08/2009) fui contactado pela empresa FAN RH. Segue o diálogo:- Boa tarde, Gabriel?- Sim, quem fala?- Aqui quem fala é Camila, da FAN RH tudo bem?- Tudo bem, Camila!- Estou entrando em contato, para agendar uma ENTREVISTA com você amanhã as 9:20, você teria disponibilidade?- Sim, Camila. Mas você sabe me dizer à respeito de quê? Para qual vaga ou área?- Não sei, apenas recebi o seu contato e o pedido para a marcação da entrevista.- Ok.- Amanhã, as 9:20 na Rua Oscar Trompowski, 1076, no Gutierrez, ok?.- Está certo, muito obrigado.- Por nada. Até amanhã!Esta foi a conversa com a pessoa que se apresentou como Camila. No dia seguinte, às 9:15, cheguei a empresa e, ao mesmo tempo, chegava um rapaz com entrevista marcada para as 10:00. Lá dentro já havia outro, marcado às 9:40. Respondemos a um questionário de pesquisa e aguardamos na recepção. Enquanto aguardava, observei atentamente o ambiente. Em cima da mesa, uma pasta com "Depoimentos de pessoas recolocadas no mercado". Na parede lateral haviam vários quadros, com listagens de pessoas também recolocadas nas mais variadas empresas, ocupando os mais variados cargos. NENHUM anúncio de vaga. Enfim, estava lá, resolvi esperar.Nós três, que tínhamos horários marcados com intervalos de 20 mins entre uma entrevista e outra, fomos chamados simultaneamente e fomos atendidos por pessoas diferentes.Muito atenciosa e com discurso decorado, Giselly Paixão me atendeu e fez uma espécie de lavagem cerebral a respeito de carreiras e oportunidades, então começou a explicar do que se tratava a FAN RH."É uma empresa de RECOLOCAÇÃO NO MERCADO que no primeiro passo trabalha a reestruturação curricular (...), depois fornece treinamentos (...), e então te encaminha para a empresa do seu perfil." Com esse discurso, acredito que todos já tenham percebido onde isso ia chegar. Exatamente!! ! Veio a apresentação do custo. 3 parcelas de R$200,00 com prazos determinados, ou então 4 parcelas de R$150,00 com prazos diferenciados. Esse valor é para cobrir os gastos iniciais de telemarketing, treinamentos, etc. Após a ocorrência de efetivação o valor a ser pago para a FAN é de 50% do valor líquido dos dois primeiros salários, ou, se preferir, 25% do valor bruto dos 1º, 2º e 3º salários. (E ainda há uma multa no caso de atraso).Em estado de choque, deixei ela acabar todo o discurso, falei da minha situação e até inventei que teria uma pessoa para indicar. Ao sair REVOLTADO, já ao telefone esbravejando, percebi os outros dois rapazes conversando na rua. Como estava ao telefone, e eles conversando, segui meu caminho. Um deles passou por mim em seguida, e parou para conversar. Demonstrou muita raiva com aquilo tudo, disse que deveria ter algo a ser feito contra essa atitude da empresa.Eu, desocupado como estou (já que é assim que eles devem pensar a meu respeito né? Só pode, pois me chamarem pra isso... mas enfim...), investiguei e descobri que esta empresa já enfrentou processo no Ministério Público, e pelo visto não aprendeu. Pelo contrário, continua com a atividade e ainda cita o nome do MP quando diz que seu contrato é de interpretação clara e de acordo com o Órgão.Agora que todos os fatos foram citados detalhadamente, eu pergunto: É correto????Você, desempregado, em busca de uma oportunidade, recebe uma ligação agendando uma ENTREVISTA, e quando você chega lá, tentam te vender um serviço???Você dispõe do seu tempo, do seu esforço físico (no meu caso, encarei aquele aclive acentuadíssimo para chegar até o endereço), você gasta passagem, gasolina, suor, sola de sapato, sonhos, esperança.... Se expôr, colocado entre quatro paredes com um estranho e você ter que falar: "Eu não tenho dinheiro"... Isso é completamente constrangedor. É dano moral.Uma pessoa mais desinformada diante de uma situação dessa, após essa lavagem cerebral, pode tomar aquilo como última oportunidade de sua vida. Sai dali e faz empréstimos, quebra o porquinho, faz o que for, para assinar um contrato onde no final a empresa poder falar: Infelizmente você não se enquadrou a nenhum perfil.Por favor!!! Empresa de recolocação é BUSCADA pelos profissionais que têm interesse. Se desejam captar clientes, que seja de maneira limpa, agendando um contato desde que ele saiba do que se trata.Encaminho este e-mail ao PROCON, aos grupos de e-mails relacionados a empregos que participo (canal por onde fui encontrado pela FAN) e a própria FANRH para que repensem sua maneira de trabalhar. Busquem ética e profissionalismo. Muito além de contratos e capital, vocês estão tratando com pessoas, sonhos, vidas, esperanças.Peço a todos aqueles que tenham passado pela mesma situação, que denunciem. Encaminhem este e-mail ao Procon pelo endereço: proconcr@mp.mg.gov.br, se identificando e contando que vocês também passaram por isso. NÃO DEIXEM DE DENUNCIAR, pois o Procon só atua com base em interesses coletivos.Espero que este respeitoso Órgão, um dos poucos que funcionam de verdade, tome as medidas cabíveis.PS: SEGUE A CÓPIA DO CONTRATO, MOSTRANDO EXATAMENTE TUDO O QUE RELATEI, E AO FINAL O CARTÃO DA ATENDENTE.


Atenciosamente,

Gabriel

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FAN RH NO RECLAME AQUI:




(Notícia de 2006, mas inclui a FAN em SP)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Sim, nós temos barriguete!

Recebi via Twitter (via @rodrigogbrasil) o link desta matéria da Folha Online, ói: a revista norte-americana Glamour Health recebeu trocentos e-mails elogiando a publicação da foto de uma modelo barrigudinha, na edição de setembro.

A moça, super gracinha, se chama Lizzie Miller, tem 20 anos, 1m80 , 75 quilos, mas chegou a pesar 30 quilos a mais quando era adolescente. A dona da barriguinha virou celebridade nos EUA, sendo bastante requisitada para entrevistas.

E a revista Glamour promete repeteco. Li no site da revista Criativa que Lizzie e outras seis modelos não-esqueléticas irão estampar um novo ensaio fotográfico para a edição de novembro da revista americana.

Pneuzinhos super bem-vindos!



domingo, 9 de agosto de 2009

Blogar, para quê?


Há meses, eu tentava blogar. Tempo e assunto não me faltaram. Só não bloguei porque me vinha à cabeça, assim que eu avistava a página em branco do Word, a pergunta: “blogar, para quê?”.

Uma vez – era sábado de manhã – saí de casa para ir à vendinha de biscoitos que fica no bairro vizinho. O céu estava meio nublado, mas parecia que aqueles tímidos raios de sol segurariam a chuva por um tempo que seria suficiente para eu voltar para casa com meus biscoitos secos. Como um bom clichê, em questões de segundos, começou a chover. Um temporal. E é claro que, como um bom clichê, não havia uma bendita marquise para me proteger. Só me restou tomar um banho de chuva, coisa que só tem glamour no cinema.

(o trecho relatando que o vendedor bonitinho ficou rindo da cara molhada da pobre Rafaela foi cortado, a pedido da autora, para evitar ainda mais humilhação)

Como se a minha vida não fosse sarcástica o bastante, eu, toda molhada, protegendo a sacola com biscoitos debaixo da minha blusa e correndo para chegar em casa rápido, cato um cavaco histórico e chego a ensaiar um tombo. Mais gente ria de mim. Recomponho-me e dou de cara com um carro parado. No vidro, um adesivo escrito “Deus te ama”. E eu, molhada, sem dignidade e com os biscoitos murchos digo alto: “ama o caralho!”. Quando, finalmente cheguei em casa, a chuva cessa e dar lugar a um belo e quentinho sol.

Durante o caminho, pensei em blogar o acontecido imediatamente. O título do post seria “Como se a minha vida não fosse sarcástica o bastante”. Para quê? Para nada! Então não escrevi.

Às vezes fico imaginando qual seria a relevância dos meus posts aqui no Buteco. Ou ainda, o que meus posts têm a ver com o propósito do blog? Dany e eu pretendíamos fazer do Buteco uma versão digital de Sex and the City. Mas vi que não tenho histórias para compartilhar. Fui descobrir o que era gloss há uns meses. E nem sei se existe diferença entre gloss e brilho labial. No dia da formatura, comprei pó compacto pensando que era a mesma coisa do que blush. Resultado: não consegui fingir que sou bonita nem no dia do meu próprio baile.

Quero comprar um sapatinho para mim, mas eu não sei o “nome” daquele modelo. Como tentar explicar qual sapato eu quero para o vendedor? Não é só de moda que eu não entendo. Eu nunca fui em algum lugar que tem comanda. Inclusive, eu não sei o que é comanda. A Dany é testemunha dessa monguice minha.

Eu tenho 24 anos e não posso afirmar que a única vez que namorei foi realmente sério. Não conheço praia, embora tenha morado em Natal quando era bebezinha. Para ser sincera, a primeira e última vez que eu viajei efetivamente, foi naquela época, criancinha de colo. Como provas, só fotografias, pois lembrança mesmo, não tenho nenhuma. Não tive e não tenho vida. Logo, não tenho nada para contar.

Não vou ao cinema, porque tenho vergonha de ir sozinha. Contento-me em assistir filmes no computador. Ou assistir ao jogo de futebol na TV, visto que dinheiro me falta para ir ao estádio. Eu gosto de futebol e nunca consigo encaixar esse tema aqui no blog sem forçar a barra. A minha vida se resume a trabalhar, pagar conta e passar o sábado a noite no msn, sozinha, porque os meus contatos estão offline, ocupados demais vivendo.

Mais uma vez, a pergunta vem à tona: blogar para quê? Talvez chegou a hora de aposentar do blog. Afinal, eu nunca fui uma Luluzete de verdade.