Vocês já repararam o quão irritantes e incrivelmente chatos são filmes publicitários da nova campanha da Doritos? Seu slogan é: “Quer dividir alguma coisa com os amigos, divide um Doritos”. Eles sim deviam ter vergonha de dividir essa tortura com o público! A última agora tem uma histérica numa escada rolante que me dá nos nervos!
Além disso, alguns dos filmes vem sendo motivo de protestos na internet. Acusados de homofóbicos, os filmes receberam diversos pedidos para serem tirados do ar através do CONAR (Conselho Nacional de Auto Regulamentação Publicitária).
Quando um dos caras dentro do carro começa a dançar “YMCA” do Village People, a marca sugere que você não divida isso com os amigos, e sim divida Doritos. Em outro comercial,um garoto aspira um balão de gás hélio e começa a cantar “Like a Virgin” da Madonna, a assinatura diz novamente “Quer dividir alguma coisa com os amigos, divide um Doritos”.
A AlmapBBDO, responsável pela campanha declarou: “Nunca aceitaríamos o risco de veicular qualquer mensagem discriminatória, muito menos ofensiva a qualquer público, e desrespeitar os homossexuais seria inaceitável tanto para a Pepsico quanto para sua agência de propaganda. Especificamente no caso do YMCA, a dancinha é tratada, de forma irreverente, como algo fora de moda e não faz nenhuma menção ao homossexualismo. É uma coreografia antiga, engraçada e ultrapassada.”
Eu, particularmente, não tinha visto por esse lado, sinceramente.
O que vocês acham?
Assistam e tirem sua conclusões!
Ah, e em tempo: Adoro a dancinha do YMCA!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Da série: "Mulheres que nos matam de vergonha"
Deus, que seja fake! Senão eu morro de vergonha alheia
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Momento NH-5 - coisas simples, porém broxantes
Para namorar comigo, o cara tem que ser inteligente, educado, engraçado, trabalhador e - me ajuda aê - bonito. Achar um que seja tudo isso, é impossível difícil. Mesmo se um dia eu encontrar um desses, confesso, seria capaz de abrir mão de tudo se ele tivesse/fizesse estas cinco pequenas coisas listadas abaixo. É coisa boba, mas é broxante um taaaanto...
5- calçar sapato marrom ou botinas de quaisquer cores
Que seja Prada! Gucci! Que seja qualquer sapato chique e italiano que eu não conheça a marca. Mas não dá! Pode combinar com a sua roupa, mas não combina comigo. Agora as botinas. O próprio nome já é brega ó: BO-TI-NA! Não combina com nada nem com ninguém. Não combina comigo, nem combina com o Falcão, vocalista d´O Rappa. Dê-me suas botinas para eu caprichar no pé na bunda.
4- ter gosto musical questionável
Sou uma pessoa bem eclética e tolerante com música. Respeito quem gosta de artistas e bandas ruins, desde que não me beijem de língua. Situação verídica. Já deixei de ficar com um menino porque ele me revelou gostar de Mariah Carey. Também já deixei de achar alguém menos bonito porque ele tinha adicionado vídeos do RBD no Orkut. Claro, não precisa gostar do que eu gosto, mas tem umas músicas que, ó, guarda para você ouvir no fone. Salve as mp3's numa pasta discreta do pc e se alguém ver, ponha a culpa no irmão. Mas JAMAIS me revele essas coisas. JAMAIS!
Eu: "Eu sou cruzeirense, e você?"
O cara: "Eu não gosto de futebol"
Eu: "Sério?"
O cara: "Sério! Esporte idiota. Por que eu gostaria de ver 22 homens correndo atrás de uma bola? hahahaha"
Eu: "Vai dar a bunda, sua bicha!".
2- usar filosofia como arte da conquista
Tem uns caras quem pensam que ser inteligente é botar Nietzsche, Platão, Freud, Paulo Francis, Sartre, Francis Bacon, sei lá mais quem no meio de qualquer conversa. Vai criar diálogo com referência bibliográfica? Vá então citar frases de Chaves que me convence mais.
Eu: "Pois é. Acho BBB tão idiota. Não sei o por quê deste alvoroço todo por causa de um programa de TV"
O cara: "Eu não gosto muito de televisão, como disse Heidegger, 'muito cedo a televisão, para exercer sua influência soberana, percorrerá em todos os sentidos toda a maquinaria e todo o alvoroço das relações humanas.' "
Eu: "Garçom, desce um cianeto, por favor"
1- Falar cuspindo
Vai cuspir na sua mãe. Preciso dizer algo mais?
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Momento NH 5
domingo, 12 de abril de 2009
Como que chama? (*)
(*)pessoas educadas, cuidado.post cheio de palavras de baixo calão (para alguns)

Ser mulher é tão complicado que até pronunciar o nome da nossa genitália se torna uma tarefa árdua. Já pararam para pensar sobre o quão ridículas são as nomenclaturas dadas à... à... então, a isso aqui, aqui embaixo.
Todas as nomenclaturas para o pênis são legais. Do pinto à pica. Caralho, por exemplo, de tão trivial que é até virou advérbio de intensidade. E o pênis de criança? Pintinho. Piu-Piu. Peru aka Piru. Piroca é engraçado, mas lembra, sei lá, paçoca, e perde-se o caráter ofensivo. Rola, no entanto, eu não gosto. É coisa de homem sem educação. Mas também não me ofende. O próprio nome correto, pênis, tem uma sonoridade interessante.
Mas e nós, mulheres? Os homens podem usar tantos sinônimos legais para o pinto, enquanto a gente luta para conseguir achar a palavra vagina normal. Porque, convenhamos, vagina é uma palavra estranha. No meu mundo perfeito, eu a nomearia de vulva e pronto. Já se fala em “depilação da vulva”, “piercing na vulva”... Pronto. O nome correto seria vulva e nunca mais ninguém no mundo pronunciaria a palavra vagina.
Aceitando a idéia de que vag... seria VULVA, hora então de arrumar apelidos para ela. Abomino, do fundo da minha vulva, a palavra perereca. Pronuncio perereca quando o momento é de zoação. Entre amigos. Ultimamente se transformou no meu xingamento predileto. Mas para usar perereca assim, como sendo algo sério, não consigo.
As piores denominações são aquelas com a letra xis. Xota, xana e xoxota, por exemplo, tenho nojo. Muito nojo. Isso é vocábulo de punheteiro que procura pornografia na internet. Piriquita, por sua vez, é a versão simpática de perereca. Ela é usada quando você não está tão a vontade para escancarar uma perereca na frente de todo mundo, não quer ser séria o bastante para dizer vagina, nem é baixa a ponto de pronunciar um dos apelidos escritos com xis.
Tão popular quanto a perereca, só a buce (minha mãe não deixou eu escrever tudo). Virou um dos principais palavrões do Brasil com direito a verbete no dicionário. Mas o sentido genital da palavra sempre fica em segundo plano, já que buce(mããaeeee!!) exprime o auge da raiva. Tipo, quando não há outro palavrão que consiga resumir aquele sentimento de ódio que assola nosso peito, soltamos um BU-CEEEEEEEEEEEEEEEEEE...
Quando eu fazia cursinho pré-vestibular, tinha uma professora de Biologia que, ao dar aula sobre o, na época, aparelho reprodutor (agora mudaram o sufixo para “dutório), nos soltou: “agora o bililiu é introduzido na Maria Goretti”. Eis que surge, em minha vida, o melhor apelido para a vulva: Maria Goretti.
Lidar bem com as denominações da genitália feminina é um tabu tão “tabuzado” que ninguém nem comenta deste tabu. Oi? Compliquei, né? Mas fico me perguntando: os nomes são realmente estranhos? Será que somos tão pudicas para ter orgulho de gritar ‘eu tenho perereca’? Ou será que o problema é só entre e eu e minha... minha... isso aqui.
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Divas no divã
sábado, 11 de abril de 2009
Nem tudo que parece é
Olá Rafaela! Tudo beleza com você? desde o último post fiquei preocupada? Não? Tá bom, já ouvi, mas não precisa gritar, fala normal. (Maísa, 2008)
Enfim... para não dizer que estou amargando o clima feliz do Buteco, segue um vídeo legal que achei por aí.
Pervert Excited By Bears Mating - video powered by Metacafe
sexta-feira, 10 de abril de 2009
(nem tão)Diva no Divã
Pergunto-me toda hora o que estou fazendo aqui. Não me refiro (apenas) ao blog, mas na vida, sabe? Qual é a minha função/missão aqui na Terra? Será que meu destino é ser, para sempre, figurante da minha própria vida enquanto todo mundo esbraveja seus papéis de protagonista, antagonista e coadjuvante? Estou me convencendo de que a resposta seja: sim, Rafaela, você = fail!

Cabeça mal recortada no Photoshop foi encontrada por populares em lixão. DNA foi coletado para saber se o serviço de porco foi feito por Rafaela
Talvez eu tenha uma única missão que é ser a de ser exemplo de vida. Algo do tipo: aquela ali é a Rafaela, gente! Não sejam bonzinhos assim como ela foi, porque o mundo é cruel e ninguém quer saber se você é gente boa ou não. Aquela ali é a Rafaela, gente! Não façam como ela. Rafaela sempre procurou saber se seus amigos (se é que ela tenha tantos assim ou pelo menos um) estavam bem. Mas na verdade eles estavam tão ocupados sendo felizes que se esqueceram de que Rafaela, aquele ser egoísta e desprezível, não queria só ouvir sobre o sucesso alheio, mas queria contar alguma coisa para eles também. E ela tinha tanta coisa legal para contar, mas ninguém quis ouvir.
Aqui está uma foto da Rafaela. Olha, gente. Não ri não que é sacanagem (hahaha). Que Deus me perdoe, coitada, mas vocês acreditam que ela já foi pior do que isso? Dizem que ela foi considerada a menina mais feia da sala do pré a terceira série. Na quarta série, só não ganhou porque não teve eleição. Depois de alguns anos sem vencer, voltou a ser a mais feia da sétima série ao primeiro ano do ensino médio. Foi a última vez. Nunca mais foi eleita a mais feia da sala (por mais que merecesse). Também, por motivos óbvios, nunca ouviu em sua vida inteira, elogios a sua beleza, a não ser de seus pais e dos borracheiros. Também, com aquele cabelo, não conseguiria arrancar elogio nem de cego.
Não amem como Rafaela amou. Aquele amor sabe? Incondicional, sempre destinado às pessoas erradas. Quem ama demais acaba que nem a Rafaela. Hoje ela tem 45 anos, nunca teve um namorado sério, mas se diz completamente feliz rodeada dos seus 6 sobrinhos. É mentira. Ela gosta deles, claro. Mas não tem uma noite em que ela não chore, lamentando-se por não ter conseguido fazer com que sua vida fosse diferente daquilo. E como ela não tem filhos, Rafaela, quando morrer (se for breve, melhor para todo mundo), vai deixar a herança para seus seis sobrinhos.
Rafaela não deixou muito dinheiro. Afinal, vender cd’s piratas com seu pai nunca foi uma atividade rentável. Mas foi o máximo que ela conseguiu fazer com seus dois cursos superiores, sabe? E o que a gente pode concluir disso? Jamais estude como Rafaela estudou. Jamais se esforce para ser a melhor aluna do colégio ou manter notas altas nas faculdades. Não dê valor aos elogios recebidos de seus colegas de faculdade e de trabalho ou seus professores. Rafaela foi muito (mas muito elogiada mesmo), acreditou neles e olha lá, morreu jovem, cinqüenta e poucos, sem filhos, completamente sozinha, sem profissão, sem um legado. Engasgada, gente! Morreu engasgada comendo biscoito Trakinas, a única coisa que a fazia feliz. Não tinha ninguém para ajudá-la (ela era sozinha, como disse) e morreu engasgada, com aquele cabelo horroroso de sempre, vestida com sua pior calcinha e de chinelos gastos. Sem glamour como só ela foi.
Não, não irei me matar – e se o fizesse, muita gente nem iria se importar. Não foi uma carta-despedida. Foi só um post- desabafo, depois de anos sem Divas no Divã aqui no Buteco. Por favor, sem lamentações. Já é tarde para isso. Time-out.
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Divas no divã,
Rafaela Freitas
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Atriz Keira Knightley estrela campanha contra violência doméstica
A atriz Keira Knightley, a Elizabeth Swan da (então) trilogia Piratas do Caribe, emprestou seu rostinho famoso para uma campanha da ONG britânica Woman's Aid. O filme se chama Cut (Corta) e contra a história de uma atriz que é espancada pelo companheiro ciumento.
O filme só é cruel é a realidade. Infelizmente.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
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