(Rafaela Freitas)A descoberta da pílula anticoncepcional, como todos sabem, foi um marco na vida da mulher "muderna", afinal, neste momento, como bem lembra Anthony Giddens (autor de livros de sociologia ótimos para o entendimento de não-sociólogos), houve um rompimento na relação entre sexo e maternidade।
Ou seja, o sexo não é mais ligado apenas ao conceito de reprodução... mulheres fazem sexo porque girls just want to have Fun .
Falando nisso, em 2008, uma grande aliada das mulheres está completando 15 aninhos: a tal da camisinha feminina, o método contraconceptivo mais usado depois da pílula anticoncepcional, da camisinha masculina, do diu, da ligação das trompas, da tabelinha, da pílula do dia seguinte... ou seja, de todos os outros métodos existentes.
Encontrar mulheres que usam ou usaram esse plástico gigante é tão comum quanto encontrar entrevistados pelo Ibope. (Eu, particulamente, não conheço nenhuma).
É fato! Enfiar uma sacolinha desse tamanho dentro do nosso "id ginecológico" parece assustador. Pode entrar e sair tudo de lá: pinto, absorvente interno e até um desesperado bebê cabeçudo. Mas essa camisinha, não!
Essa parece ser a opinião da maioria das mulheres. No calor das comemorações do début desse método, especialistas alegam que o caráter "antiestético" da camisinha feminina contribui para a sua rejeição. Afinal, a camisinha feminina é colocada como um absorvente interno e, externamente, fica um aro gigante por onde entra o pênis.
Dizem também que a camisinha se enche de ar e, durante o sexo, fica fazendo um barulho esquisito, e todos sabem que um barulho esquisito pode acabar com o clima da pegação.
Na semana passada foi publicada uma pesquisa do Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde na qual ficou constatada que apenas 4,3% das mulheres entrevistadas já usaram alguma vez a camisinha feminina. Na mesma pesquisa mostrou que 4,1% dos homens entrevistados já transaram com uma parceira que usava este método contraceptivo. E o desconhecimento quanto à existência da nossa sacolinha não é muito grande, afinal, mais de 80% dos entrevistados já ouviram falar da camisinha feminina.
Ela é uma mocinha rejeitada. É uma menina de 15 anos, sonhadora, cdf, gordinha, de aparelho freio de burro e óculos de aros grossos. A camisinha feminina é feita de poliuretano, um material mais resistente do que o látex, da camisinha masculina. Mesmo assim, ainda é pouco procurada e, por isso, nem todas as drogarias a vendem. Não chega a ser nossa melhor amiga, mas é aquela conhecida de quem um dia poderemos precisar. Vai saber...
Falando nisso, em 2008, uma grande aliada das mulheres está completando 15 aninhos: a tal da camisinha feminina, o método contraconceptivo mais usado depois da pílula anticoncepcional, da camisinha masculina, do diu, da ligação das trompas, da tabelinha, da pílula do dia seguinte... ou seja, de todos os outros métodos existentes.
Encontrar mulheres que usam ou usaram esse plástico gigante é tão comum quanto encontrar entrevistados pelo Ibope. (Eu, particulamente, não conheço nenhuma).
É fato! Enfiar uma sacolinha desse tamanho dentro do nosso "id ginecológico" parece assustador. Pode entrar e sair tudo de lá: pinto, absorvente interno e até um desesperado bebê cabeçudo. Mas essa camisinha, não!
Essa parece ser a opinião da maioria das mulheres. No calor das comemorações do début desse método, especialistas alegam que o caráter "antiestético" da camisinha feminina contribui para a sua rejeição. Afinal, a camisinha feminina é colocada como um absorvente interno e, externamente, fica um aro gigante por onde entra o pênis.
Dizem também que a camisinha se enche de ar e, durante o sexo, fica fazendo um barulho esquisito, e todos sabem que um barulho esquisito pode acabar com o clima da pegação.
Na semana passada foi publicada uma pesquisa do Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde na qual ficou constatada que apenas 4,3% das mulheres entrevistadas já usaram alguma vez a camisinha feminina. Na mesma pesquisa mostrou que 4,1% dos homens entrevistados já transaram com uma parceira que usava este método contraceptivo. E o desconhecimento quanto à existência da nossa sacolinha não é muito grande, afinal, mais de 80% dos entrevistados já ouviram falar da camisinha feminina.
Ela é uma mocinha rejeitada. É uma menina de 15 anos, sonhadora, cdf, gordinha, de aparelho freio de burro e óculos de aros grossos. A camisinha feminina é feita de poliuretano, um material mais resistente do que o látex, da camisinha masculina. Mesmo assim, ainda é pouco procurada e, por isso, nem todas as drogarias a vendem. Não chega a ser nossa melhor amiga, mas é aquela conhecida de quem um dia poderemos precisar. Vai saber...